Gaztelugatxe, uma jóia no País Basco

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Acabei de voltar de uma viagem pelo norte da Espanha, onde tive a oportunidade de conhecer cidades charmosíssimas, mas o ponto alto certamente foi a passagem por Gaztelugatxe, na costa do País Basco.

Essa ilhota que pertence a municipalidade de Bermeo e fica a 35km de Bilbao é conectada ao continente por uma ponte de pedras, e no seu topo fica a igrejinha chamada San Juan de Gaztelugatxe, que data do século 10 (mas boa parte da construção que você vê hoje já não é original).

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Gaztelugatxe e a igrejinha de San Juan de Gaztelugatxe vistas do estacionamento
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Essa é a vista quase chegando na basem antes da ponte

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O visual, como vocês podem ver nas fotos, é maravilhoso – realmente parece cenário de filme. A ponte cortando o mar e a igrejinha lááááá em cima pedem centenas de fotos. Mesmo com o dia nublado o lugar é lindo!

Bom, chegar lá requer todo um esforço: existe um caminho asfaltado que sai da BI-3101 e vai até a base, logo antes da ponte, mas esse caminho está fechado para carros, já que o asfaltamento foi prejudicado por causa de chuvas. Então, é necessário estacionar o carro junto a um dos dois restaurantes (Eneperi e Gaztelu Begi – esse último é também uma hospedaria) que ficam logo na saída de Gaztelugatxe na BI-3101 (estrada que liga a cidade de Bakio a Bermeo) e encarar uma caminhada.

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Restaurante/Hospedaria Gaztelu Begi
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Restaurante Eneperi – a caminhada a Gaztelugatxe começa bem na frente dele

Atenção! Não existem muitas placas de Gaztelugatxe na estrada, eu só vi uma, logo na saída. Não foi um problema, pois estava com GPS – caso seu GPS não localize Gaztelugatxe, tente colocar o endereço do restaurante Eneperi (San Pelayo 80, 48100, Bakio) ou do Gaztelu Begi (San Pelayo 78, 48130, Bakio)

Carro estacionado, é hora de começar a caminhada. Vá preparado, com roupa e calçado confortável (meninas, nada de sapatilha ou salto!). O caminho é cansativo e mesmo nas descidas requer cuidado, já que pode estar escorregadio ou ter alguma pedra solta. Só para chegar na base antes da ponte levamos cerca de 20 minutos (contando as paradas para as fotos), e a partir da base – atravessando a ponte e subindo os degraus até o topo, foram mais 20 minutos aproximadamente. O retorno é mais cansativo, vá devagar, faça paradas para recuperar o fôlego e leve bastante água!

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Parte do caminho até Gaztelugatxe – foco no objetivo, láááá no fundo!
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Estradinha de terra que é preciso percorrer a pé para chegar a base de Gaztelugatxe: vá de tênis, vá devagar!
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O visual durante a caminhada

Mas claro, o esforço é fichinha perto da recompensa: atravessar a ponte e vê-la ficando cada vez mais distante a medida que a igrejinha fica cada vez mais perto é incrível. Chegando lá em cima, é hora de curtir a vista e, mais importante, tocar o sino! Sim, mesmo com a igreja fechada (não encontrei uma informação exata, mas me parece que ela só abre no dia de San Juan) você pode badalar o sino, coisa que todo mundo faz (você certamente irá ouvir os badalos alheios durante a caminhada).

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Atravessando a ponte
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Subindo os degraus, a ponte vista do alto
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Subindo os degraus e olhando para baixo…
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A ponte de outro ângulo

É difícil falar desse lugar sem cair em exagerismos ou postar um gazilhão de fotos, mas tenha certeza de que as imagens que você aqui não fazem justiça a beleza de Gaztelugatxe. Tem que ir ver de perto!

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A igrejinha de San Juan de Gaztelugatxe – e o sino que você pode badalar!
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A vista lá do alto…

Ah, na volta, a pedida é fazer uma boquinha no restaurante Eneperi, que tem uma seleção de pintxos deliciosa. Ótimo para recuperar as calorias perdidas antes de pegar a estrada!

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Pintxos no restaurante Eneperi

Quem deu essa dica foi a Patricia, do blog Turomaquia. Ela inclusive fez outras paradas e passou por alguns outros lugares lindos perto de Bilbao!


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9 COMENTÁRIOS

  1. O Aprendiz demorou pra carregar pra mim, mas valeu a pena não desistir de ler este post. hehe
    Meu esforço também foi recompensado.
    Adorei. Vou colocar na minha lista de lugares a visitar na Espanha – que já é imensa, porquené, uma Penha que se preze tem que ver mais da Espanha do que apenas Barcelona. 🙂
    Parabéns pelo relato, Helozitcha. Adorei!
    :*

  2. Oi, belo relato. Fiquei aqui imaginando os esforços humanos e até de animais pra concluir esta obra há mil anos por causa da precariedade de recursos que tinham pra carregar tantas pedras, tanta massa de juntar, mesmo que boa parte tenha sido restaurada na atualidade saber que é de outrora faz-me pensar. Sabe-se lá quantas vidas podem ter sido ceifadas durante a construção, visto que a ponte começa rente ao mar. Quantas histórias perdidas no tempo e das quais jamais saberemos.

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