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Visitando as cavernas de Luray

Se você acha que visitar cavernas é coisa somente para quem gosta de aventuras radicais, repense seus conceitos. Localizada há 90 minutos de Washington DC, a Luray Cavern é um achado. E depois de ter planejados diversas vezes e não ter conseguido ir, aproveitei que a Ju veio a DC vinda da Bélgica e fui com ela e o Dylan finalmente fazer uma visita.

A estrutura do lugar, que fica na cidadezinha de Luray é impressionante. Não há transporte público, portanto, carro é a única opção para chegar a caverna. O estacionamento é gratuito e já na entrada é possível encontrar lojinhas, um museu de carros antigos, banheiros e restaurantes.

Dream Lake

A entrada custa US$23.00 por adulto e crianças de até 5 anos não pagam. A primeira pergunta que me fizeram foi se é possível levar crianças sem problemas e a resposta é sim! O Dylan, 2 anos, simplesmente adorou… o chão da caverna é pavimentado e eles podem correr a vontade em certas partes da caverna sem correr o risco de se machucar e nos lugares mais ingremes tem sempre grades de proteção. Mas tenham sempre bom senso e mantenha as crianças por perto. É permitido levar carrinhos, mas eu não aconselho, porque a primeira parte da caverna é uma descida por uma escada ingreme e em alguns pontos fica dificil se locomover com um carrinho. Eles tem na escada uma cadeirinha motorizada para auxiliar quem vai em cadeiras de roda. Mas eles recomendam apenas cadeiras manuais e que tenham alguem que empurre porque em alguns trechos, há subidas.

Totem Poles

Depois de comprar os tickets de entrada, você recebe um headset com o Audio Tour, em inglês. Eles liberam a entrada de um certo número de visitantes a cada 20 minutos e como a visita é auto guiada, você vai no seu próprio ritmo que dura pelo menos 1 hora. Pra começar, uns 70 degraus para descer e chegar a primeira caverna. É possível ir seguindo o caminho pavimentado e a cada parada importante, há uma plaquinha com um número, indicando o que deve ser pressionado no teclado do dispositivo do audio tour.

Stalacpipe Organ

E aí, começa uma sessão de maravilhas da natureza atrás da outra. O Dylan, não parava de falar: This is amazing! Look at that!

Dylan olhando em cada buraco da caverna

Tem os Totem Poles, tem a Cathedral, tem o Dream Lake. Cada caverna mais linda que a outra. Algumas fotos com legenda ilustram o post, mas te garanto, nada como ver pessoalmente. Um dos pontos altos é o “Stalacpipe Organ”, que é um “piano” em que as notas são conectadas as “Stalactites” e a cada 20 minutos toca uma música automaticamente. Dá pra ver o bastão tocando nas Stalactites conectadas pela caverna. Um espetáculo.

Já no final do tour, há um Wish Well que é um laguinho onde as pessoas jogam moedas. Eles limpam uma vez por ano e doam para instituições de caridade. Há um mural na parede dizendo que instituição recebeu quanto. Dylan jogou moedinhas e gostou tanto da brincadeira que queria jogar todas as que eu tinha. :) Mais a frente um memorial para os soldados da cidade que lutaram nas guerras.

Wishing Well

O passeio foi surpreendente. Não esperava que fosse tão extenso e organizado e já entrou para listinha de recomendações de amigos que vierem visitar DC e quiserem programa diferente!
Uma dica: se sua camera tem alguma programação para ISO, coloque em pelo menos 400 e desligue o Flash. Assim, vc aproveite a luz das cavernas e elas ficam nesse tom mais alaranjado.

Luray Cavern
101 Cave Hill
Luray, VA 22835

Claudia Beatriz trocou as praias do Rio de Janeiro pela vizinhança da Casa Branca em Washington. Apaixonada por Viagens e Fotografia, é responsável pelo design e matérias deste blog, além de cuidar de todo planejamento das viagens da família. Quando não está escrevendo sobre viagens ou fotografando, a "nerd confessa" dá consultoria, treinamento e escreve sobre tecnologia, gerenciamento de conteúdo e mídias sociais. Não se esqueça de segui-la no twitter @aprendizviajant e no Google Plus + Claudia Beatriz

16 COMENTÁRIOS

  1. Muito legal, Cláudia! Que gracinha o Dylan interessadíssimo! ;-)

    Essa história de ler os RSS deixa a gente sem comentar e sem ver como os blogs estão bonitos! Tá bem legal aqui :-)

    beijos!

  2. Lindona seu blog ta otimo, to te devendo o 3×4 da viagem ao nordeste mas o tempo ta muito curto, estou com saudades me ligue!!!!!

  3. Cláudia!!!

    Muito legal!!! Pena que não deu para irmos juntos… O lugar é mesmo surpreendente hein?!?
    Uma das coisas que acho mais legais aqui nos EUA é a acessibilidade e infra-estrutura turistica das coisas.. Nisso o Brasil ainda tem um longo caminho a trilhar..
    Mais uma coisa.. Uma das primeiras viagens que me lembro foi quando visitei com a minha mãe e minha vó a gruta de maquiné em Minas Gerais.. Eu era uns 2 anos mais velhos que o Dylan.. mas lembro de como foi legal entrar pela primeira vez numa caverna.. :D

  4. Claudia,
    Muito legal esse post, pois eu visitei essas cavernas quando era pequeno e não me lembrava mais e nem sabia onde ficavam direito. Quando eu comecei a ler, pensei: “Caramba! Esse era aquele lugar legal que eu ia com os meus pais!!!”. São aquelas coisas que ficam esquecidas na nossa memória, mas que nos fazem voltar no tempo.
    Agora eu já sei onde ficam e já está anotada para a minha próxima viagem por lá.

    Obrigado!

  5. Olá!!!!! Adorei tudo que vi sobre as Cavernas Luray!!!! E gostaria muito que pudesse me ajudar… Preciso muito saber a origem do nome Luray. Sabemos que os EUA foi colonizado pelos Ingleses, porém nada encontrei esclarecendo essa questão. O sobrenome de minha família é Lurahy, o q pode ter ocorrido a mudança por erro de registro quando chegados ao Brasil… Se puder me fornecer alguma informação a respeito, ficarei muito grata!!!! Visto que, pela primeira vez encontrei algo que ligasse ao meu nome. No Aguardo…. Thais Priscíla Lurahy Costa

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