Cinque Terre: roteiro de uma semana (com Portofino e Portovenere)

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Cinque Terre

A viagem para Cinque Terre foi decidida e planejada com quase um ano de antecedência, logo que voltamos da nossa viagem com os amigos para Florença em 2013. Resolvemos fechar as férias em uma semana, mas não decidimos o roteiro até estarmos lá. Sim, sabíamos o que queríamos ver e o que tinha para ver e fazer, mas preferimos aproveitar a semana na base do ‘um dia de cada vez’. E deu muito certo!

Acho que fizemos um pouco de tudo (caminhada, praia, comer bem, fazer turismo), e aproveitamos a semana da melhor maneira possível – lembrando que estávamos em 4 pessoas (dois casais), então ajustamos as expectativas de cada um ao que a viagem oferecia. Esse roteiro, claro, é apenas uma ideia, mas para quem vai ficar seja uma semana, mais ou menos dias, dá pra usar como base. Fizemos um vídeo curto para quase todos os dias, que dão um panorama geral e são ótimos complementos para as fotos.

Bom proveito e boa viagem!

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Roteiro de uma semana em Cinque Terre

Dia 1 – Chegada

Nosso vôo saiu do aeroporto de Gatwick em Londres com destino a Pisa, na região da Toscana na Itália. Chegando no aeroporto de Pisa, pegamos um ônibus (Pisa Móvel, compre o bilhete ainda no saguão de desembarque do aeroporto) que nos levou diretamente a estação de trem Pisa Centrale. Já havíamos comprado nossa passagem de trem entre Pisa e Monterosso Al Mare pelo site da Trenitalia, então foi só aguardar o horário e depois curtir a viagem.

Chegamos em Monterosso Al Mare depois de aproximadamente 1 hora e meia de trem. A estação é de frente pro mar e apesar de já ser fim do dia, ainda estava quente. Foi uma ótima recepção! Caminhamos até o ponto de encontro onde o pessoal do nosso B&B iria nos buscar (o B&B fica no alto, em uma montanha) e já deu pra ir conhecendo a cidade. Chegamos no B&B, deixamos as coisas no quarto e retornamos pro centrinho (parte antiga) de Monterosso para jantar.

Cinque Terre

Cinque Terre

A noite, da ponta do píer é possível ver as luzes das outras quatro ‘terres’ – elas ficam bem definidas no meio das montanhas que as separam!

Dia 2 – De Monterosso al Mare até Vernazza

A trilha que vai cercando as montanhas e que conecta os cinco vilarejos que fazem parte de Cinque Terre, dentro do Parco Nazionale delle Cinque Terre,  está quase toda fechada devido a deslizamentos de terra – a única parte aberta é a que conecta Monterosso com sua vizinha Vernazza. Essa trilha é também a mais difícil, tem muitas subidas e descidas (não apenas inclinações, mas centenas e centenas de degraus). Independente de onde você comece (Monterosso ou Vernazza), vai encarar subida.

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Fazendo a caminhada entre Monterosso e Vernazza
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Fazendo a caminhada entre Monterosso e Vernazza

Descemos a pé do B&B até Monterosso (já pegando parte da trilha e vendo que não é para qualquer um! Eu escorreguei e machuquei a palma da mão) para comprar água e almoçar. Depois do almoço, começamos o caminho de volta, ou seja, tudo que já havíamos caminhado pela manhã e mais todo o percurso até Vernazza. O clima estava instável e choveu (ainda que fraco) em vários momentos, o suficiente para deixar o caminho escorregadio. Fomos bem devagar, tomando cuidado extra nos degraus. Chegamos em Vernazza depois de duas horas, e foi recompensador tomar um gelato!

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Monterosso vista a partir da trilha
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Vernazza logo depois das árvores, mais atrás dá para ver Corniglia e Manarola
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Chegando em Vernazza, depois de 2 horas de caminhada
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Vernazza

Voltamos para Monterosso de trem, e passamos no B&B antes de voltarmos para a cidade e jantar fora. Escolhemos um restaurante na beira do mar, ali no ‘calçadão’ da parte nova da cidade.

Dia 3 – De Monterosso al Mare até Riomaggiore e Manarola

Pegamos o barco (durante a alta temporada tem saídas frequentes, a cada 20 minutos mais ou menos – compre o ticket no próprio pier) que conecta Monterosso com Vernazza, Manarola e Riomaggiore (Corniglia não tem acesso pelo mar) e descemos no ponto final, Riomaggiore. Descendo do barco, em vez de virar a esquerda e cair direto na cidadezinha, vire a direita para explorar uma prainha de pedra praticamente vazia e muito linda! É possível tomar banho de mar ali também.

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Esperando o barco no píer de Monterosso
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Passando por Vernazza de barco
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Passando por Corniglia de barco
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Passando por Manarola de barco
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Chegando em Riomaggiore de barco

Depois de dar um tempo nessa prainha, almoçamos em um restaurante bem no píer, com uma vista ótima. O dia abriu, o céu ficou azul e temperatura subiu, então depois do almoço exploramos umas ruelas de Riomaggiore (subimos e descemos escadas) e antes de pegar o trem para Manarola fizemos uma parada em um bar perto da estação de trem, que fica no topo do penhasco e tem uma vista incrível.

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Saindo do barco, viramos a direita para ver a praia em Riomaggiore
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Na praia de pedras de Riomaggiore
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Riomaggiore
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Que vista! Em Riomaggiore
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Mais um pouco de Riomaggiore – no topo da pedra a esquerda está a lanchonete/restaurante onde esperamos o trem
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A vista do restaurante perto da estação de trem de Riomaggiore

Manarola é a terre vizinha a Riomaggiore, portanto nem dá tempo de sentar no trem! Chegando lá, fomos direto para o píer, e para nossa surpresa descobrimos que é possível nadar ali. Estava muito quente mas infelizmente não fomos preparados, portanto apenas sentamos e molhamos os pés. O melhor porém, foi subir (continuando a beira mar, para a direita) e ter uma das melhores vistas de toda a viagem!

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Manarola
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Manarola
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É possível nadar em Manarola – pena que eu não sabia!
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Manarola

Antes de voltar para Monterosso (também de trem), paramos para comer um panini numa lanchonete da rua principal. Chegando em Monterosso, passamos no supermercado e compramos comida para fazer um pic-nic na pousada. E foi assim que o dia terminou!

Dia 4 – Praia!

Uma das coisas que eu mais queria nessa viagem era tirar um dia pra ficar na praia e não fazer mais nada. E foi assim nosso quarto dia: depois do café da manhã, descemos para Monterosso e fomos na parte da praia que tem cadeiras e guarda sol para alugar (duas cadeiras e um guarda sol o dia inteiro = 15 euros). Estava um dia lindo e quente.

Cinque Terre

Cinque Terre

A praia é de pedra e leva um tempo para se acostumar a caminhar, mas isso não foi impedimento algum. Curtimos o dia todo, entramos na água (que é fria! Mas não achei muito pior do que a temperatura da água nas praias de Santa Catarina, por exemplo), compramos panini e comemos lá mesmo, caminhamos pela extensão da praia… e foi isso! Um dia todo dedicado a trabalhar o bronzeado.

Dia 5 – Passeio até Portofino

Pela manhã (por volta das 10) pegamos um trem em Monterosso com destino a St. Margherita Ligure. Chegando na cidade – que é uma graça, por sinal! – andamos até a marina para comprar os tickets do barco que nos levaria até Portofino (estava saindo de hora em hora). Para matar o tempo até a hora do barco, demos uma passeada pela praça em frente a marina e paramos para um rápido lanche (panini!).

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St. Margherita Ligure
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St. Margherita Ligure

A ‘viagem’ de barco  até Portofino é rápida, cerca de 20 minutos. Ainda no barco, começamos a ver os iates imensos e maravilhosos ancorados por ali – a cidade é mesmo um super point dos ricos e famosos, e consequentemente os preços nos restaurantes e cafés são mais altos. Por lá não existem muitas atrações em si: a atração é mesmo passear pela marina, ver o movimento e tentar absorver a atmosfera glamurosa do lugar.

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A marina de Portofino
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A marina de Portofino

Resolvemos subir pelo caminho que leva até o farol (é pavimentado, super tranquilo), passando pelo Castello Brown e chegando num bar/lanchonete que tem uma vista sensacional. Ficamos lá no topo um tempo observando o vai e vem dos barcos e as turmas de mergulho que param por ali.

Cinque Terre

Cinque Terre

Na volta, passeamos mais um pouco por St. Margherita Ligure, esperando dar o horário do nosso trem de volta a Monterosso. St. Margherita tem uns prédios com fachadas lindíssimas e pelo pouco que fiquei lá percebi que pode ser uma boa escolha para ficar uns dias caso você queira explorar melhor a Liguria.

Dia 6 – De Monterosso al Mare até Corniglia

Ainda faltava conhecer um das cinco ‘terres’, Corniglia, que fica bem no meio e não tem acesso por mar (os barcos não param lá). Como a trilha principal também está fechada, nossa única opção foi chegar de trem. Da estação, subimos as escadas até o vilarejo (um shuttle também faz o trajeto, mas é pago). É um pouco cansativo, mas vale a pena, pois da escadaria você consegue avistar Manarola. Além disso, tivemos a sorte de conhecer o trabalho da artista Marina Lando, que faz e vende suas aquarelas por ali. Uma mais linda do que a outra!

Cinque Terre
Subindo as escadas que ligam a estação de Corniglia com o vilarejo. Ao fundo, é possível ver Manarola
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Corniglia
Cinque Terre
Corniglia

Corniglia é super pequena (bom, todas são, mas tive a impressão de ela ser a menor das cinco) – basicamente é preciso seguir reto na mesma rua para passar pela pracinha principal e chegar no mirante (aliás, almoçamos em um dos restaurantes da pracinha mesmo, estava ótimo). Tentamos também caminhar por umas vielas, mas todas sem saída, sem conexão umas com as outras. Até que, voltando para a escadaria que vai para a estação, vi uma plaquinha escrito ‘al mare’. Ué, como assim? Não é que Corniglia não tinha ligação com o mar porque fica no alto do penhasco?

Pois bem, seguimos a placa e fomos descendo uma escadaria, descendo, descendo… até chegar numa espécie de praia (que não é praia no sentido literal porque não tem areia ou pedrinha, apenas pedras imensas). Algumas pessoas estavam por lá, tomando sol ou até mesmo no mar. De repente vimos uma menina de topless… e aí um casal totalmente pelado… tcharam! Descobrimos o point de nudismo de Cinque Terre (pesquisamos depois e confirmamos)! Não é ‘oficialmente’ naturista, se você quiser tomar banho de maiô ninguém vai te olhar torto. Mas, claro, você também não pode olhar torto pra quem está pelado.

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Chegando na ‘praia’ de Corniglia
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O point de nudismo de Corniglia visto do alto

Vale ressaltar que por ali existem algumas placas avisando que o lugar é perigoso e há risco de deslizamento de pedras. Então, se o tempo estiver ruim ou o mar mexido, nem pense em ir! Escorregar em uma daquelas pedras pode ser um acidente feio!

Aproveitamos que retornamos no fim da tarde para Monterosso e jantamos em um dos restaurantes do centrinho.

Dia 7 – Passeio até Portovenere

No nosso último dia completo de viagem, tínhamos dois planos: se estivesse muito sol e calor pela manhã, iríamos passar mais um dia na praia. Se estivesse nublado, iríamos para Portovenere passar o dia. Bom, o dia amanheceu meio chatinho (choveu muito de madrugada) então fomos para Portovenere (durante o dia fez calor e abriu sol, mas realmente o dia não foi bonito o suficiente para praia, e por causa da chuva o mar estava super bravo). Pegamos o trem em Monterosso al Mare para La Spezia (outra cidade que bastante gente usa como base para explorar Cinque Terre e a Liguria), e de lá um ônibus que nos levou a Portovenere (pergunte na estação onde é o ponto, é preciso caminhar algumas quadras). Existe uma linha de barco que sai de Monterosso e vai pra lá, mas por causa da tempestade da madrugada, não estava funcionando aquele dia.

Cinque Terre
Portovenere
Cinque Terre
Portovenere
Cinque Terre
Portovenere

Portovenere é simpática, mas depois de ir a Portofino não tem como não comparar as duas – e Portovenere sai perdendo nessa comparação. Sim, gostamos de ir, até porque passamos horas sentados num bar tomando Aperol Spritz e curtindo o sol, mas caso não dê tempo de você ir, não fique frustrado. O mais legal de lá é a vista do alto (suba em direção ao Castelo) e também a ‘Gruta do Poeta’ – lugar de onde Byron saiu nadando até um vilarejo próximo.

Cinque Terre

Cinque Terre

As vielas de Portovenere são bem estilo Cinque Terre, uma graça. A marina é o lugar ideal para almoçar ou ficar petiscando e bebendo, vendo o tempo passar.

Fizemos exatamente o mesmo caminho de volta (ônibus para La Spezia e trem para Monterosso) e resolvemos fazer um pic-nic no B&B para o nosso jantar de despedida (no centrinho de Monterosso existem uns três mercadinhos que vendem o essencial para fazer um pic-nic: pão, queijos, frios, frutas, bolachas, vinho)

Cinque Terre
Pic nic no B&B

Dia 8 – Hora de dar tchau

Ah… hora de ir embora… sempre tão difícil. Tomamos café da manhã e pela última vez o Giovanni (motorista oficial do B&B) nos deixou na entrada de Monterosso. Fomos para a estação e aguardamos o trem que nos levou para Pisa, de onde pegamos nosso vôo de volta para Londres. Cinque Terre deixou saudades!


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40 COMENTÁRIOS

  1. Pelos sorrisos de vocês e pelas fotos belíssimas deu pra ver que curtiram bastante a região! Foi uma pena que pulamos acidentalmente Portofino no caminho pra La Spezia, e deixamos Portovenere pro fim de tarde, um dos mais lindos que já vi, e eu queria fotografar o vilarejo à noite, valeu ter deixado pro final. E super anotei a dica do B&B, proxima ida quero ficar nos vilarejos, o que não foi muito possivel pois pegamos um feriado e tudo estava lotado por la!

  2. Amei Col!!! N’ao tinha visto a maioria dos videozinhos, ficaram otimos! :):):) Realmente depois de Portofno, nao eh que Portovenere seja feia, mas soh vale mesmo o dia inteiro de passeio se for pra ficar sentado no sol tomando Aperol umas horas hohoho.

    Voces ainda nao sabem, mas estamos indo pra Amalfi Coast com voces em Julho muuuaaaahhhhhh

  3. Oi Heloisa, vou para Cinque Terre em Julho com duas amidas. Vamos usar Genova como base e fazer uma viagem de um dia pelas Cinque Terre. Por qual Terre vc acha que é mais legal começar a viagem? Li em algum outro blog sobre um bilhete único para o trem entre as Terre, que pagava um valor X e podia usar quantas vezes quisesse. Sabe sobre isso? se tiver dicas dos nomes dos restaurantes agradecemos muito! bjs

    • Oi Gabriela – indico ir de trem até a última terre, Riomaggiore, e aí ir ‘subindo’ – vc pode ir de barco pra Manarola, trem pra Corniglia, trem de novo pra vernazza e andar de vernazza a monterosso. Sim, acho q existe um bilhete q da acesso ao parque (onde vc faz a caminhada) e tbem trem por um dia todo, mas nao comprei entao nao sei quanto é! de qqer forma, os trens sao baratos, tipo 2,10 por viagem entre as terres.

    • Gabriele, acabei de voltar de la e talvez eu possa te ajudar, tem um bilhete de trem (porém somente para uma direção) que custa 4euros e vc pode usá-lo quantas vezes quiser num período de 6 hs… Fiz as 5 terras um dia de trem e voltei de Monterosso para Riomaggioere em um bilhete comum (2,10 euros).
      Outro dia, fiz as 5 terras mais Porto Venere e mais 3 ilhas na região, de barco… Se vc tem pouco tempo lá e quer conhecer, te aconselharia fazer o passeio de barco, pq tem vistas maravilhosas! O bilhete de barco, ida e volta para todas as terras mais as ilhas, podendo parar onde quiser, custa 27euros.
      Beijos…

  4. Interessante tua postagem sobre Cinqueterre, destino que meu marido e eu faremos em abril do próximo ano. A partir desta postagem vou montar nosso guia. Muito bom,. Parabéns!!! Abraço.

  5. Um sonho de roteiro. Gostaria de ter incluído em abril, quando estivemos na Itália, mas não rolou – queremos ter vários dias para aproveitar. Então, ficou para uma próxima oportunidade, que depois de ler esse post, parece bem mais próxima, claro. Ficou maravilhoso e está mega favoritado. Amei!! BjO!

  6. Helo…. Lindo post.
    Mostrei pro marido e ele se encantou. Ele AMA caminhadas na natureza, praia e afins.. Já eu sou sedentária e odeio água, mas me encantei pela paisagem.
    Ainda não conheço essa parte da Itália.. Fui só até Pisa.
    Procurando passagens para lá já…
    Bisou 😉

  7. de 21 de dezembro a 5 de janeiro eh uma boa época para ir a Itália? Eh muito caro? Muito frio? Que cidades recomenda?
    Obrigada pela ajuda.

    • Ligia, são perguntas muito gerais, bem dificeis de responder! Viagem é sempre uma coisa que pesa no orçamento, mas pode ser mais ou menos cara, tudo depende do seu estilo de viagem. tem hotel de luxo, tem albergue, tem apartamento pra alugar. Ainda mais dificil falar da Italia de maneira geral. Quanto mais cidades vc quer conhecer, mais caro fica. Vc quer comer em restaurantes legais ou topa comer sanduiche todo dia? Vc quer ir em museu e fazer compras? isso tudo vai adicionando ao orçamento. Sobre o clima: mais uma vez, depende de onde na Italia. Certamente estará frio, mas o que vc quer dizer com muito frio? comparado a que? No sul da Italia faz menos frio que no norte, mas faz frio. Inverno na Europa pode ser bem ‘pesado’ pra quem nao esta acostumado. Sobre cidades… mais uma vez, impossível recomendar sem saber o q vc gosta! A Italia inteira é maravilhosa! Mas se vc quer ir no inverno é melhor evitar a costa. De repente Florenca, Milao, Roma? Nao sei, tem tanta coisa!

  8. Oi, Heloisa! Adorei seu blog e, principalmente, suas fotos! Estou planejando uma viagem para a Itália, em abril ou maio de 2015, e estou em dúvida entre Cinque Terre e Costa Amalfi… vendo suas fotos, de cara escolheria Cinque Terre! Conhece a Costa Amalfi? Tem alguma dica? Obrigada!

  9. Ó dúvida cruel… rs! Meus pais acabaram de chegar da Itália, mas conheceram Cinque Terre… Vou pensar com carinho! Tenho certeza que seus relatos vão ajudar bastante! Muito obrigada!

  10. […] Se você tiver como critério seu tempo disponível, a escolha é fácil: Cinque Terre dá pra conhecer em 2, 3 dias e a Costa Amalfitana precisa de pelo menos 5 dias. Obviamente que você pode escolher apenas uma cidade da Costa Amalfitana e não arredar pé de lá, assim como dá pra passar fácil 5 ou mais dias em Cinque Terre (que foi o que eu fiz) e fazer passeios extras. Mas, de novo, estou generalizando e tentando ajudar no planejamento de quem está na dúvida. Leia mais: roteiro de 9 dias na Costa Amalfitana e roteiro de uma semana em Cinque Terre […]

  11. Em agosto de 2013 estive com a minha filha e uma amiga na Itália, passamos um mês por lá, andamos muito de trem , com direito a ser furtada no metrô de Milão, mesmo assim adorei a Itália. Ficamos 4 dias hospedadas em St Margarida de Ligure, em um hotel pequeno familiar, achei a cidade uma graça, é um bom ponto de partida para conhecer Cinque Terra, não gostei de Portofino, Cinque Terra tem seus encantos mas esperava mais. A Itália é um sonho, com preços bem salgados rsrs.

  12. Renata, bom dia. Adorei teu blog. Estou c uma dúvida. Estarei indo pra Itália em setembro. Começo em Roma. Depois Florença e Veneza. Tudo de trem. Quero unc

  13. Heloisa, teu blog está muito agradável e bem prático.
    Estou indo em setembro para Itália e com algumas dúvidas, se vc puder me ajudar,agradeço.
    Entrarei por Roma, depois vou para Florença e Veneza. Tudo de trem. Quero incluir Cinque Terre também de trem, O que sugere. Roma- Florença-Cinque Terre-Veneza? ou Roma-Cinque Terre-Florença-Veneza? Dá para fazer tudo de trem? Grato pela atenção

    • Oi Paulo – olha, eu sugiro o trajeto que geograficamente faz mais sentido – roma, florença, cinque terre e veneza. Mas talvez seja mais facil vc ir de cinque terre pra Milao e em Milao baldeacao pra Veneza. Da pra fazer tudo de trem sim!

  14. Heloisa, muito legal o seu post vai ajudar muita gente como eu que está planejando uma viagem para a Cinque Terre. Estou montando um roteiro para minha esposa e eu para setembro.

    Você ficou em qual B&B ? Pode nos dizer quanto pagou ? Essa trilha que você fez entre Monterosso e Vernaza demorou quanto tempo ?

    Obg
    Diego

  15. Olá Heloísa. Você mostrou um conceito diferente de aproveitar as cinque terre passando 7 dias, muito bom, normalmente vejo em outros sites roteiros curtos.
    Gostaria de saber qual B&B você se hospedou? Recomenda? tem outras opções que conheceu por lá?
    Obrigado.

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