Roteiro de 10 dias em Barcelona com a família

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Essa viagem que fiz para Barcelona foi diferente das que costumo fazer desde que me mudei para Londres. Primeiro porque fui pra lá com os meus pais e minha irmã (e o Martin, meu marido, não foi!) e ficamos todos em um mesmo apartamento (não estávamos todos os 4 sob o mesmo teto desde o ano 2000). E segundo porque fiquei 10 dias lá, o que é muito mais do que a minha média. Ou seja, tivemos muito tempo para conhecer a cidade e fazer a programação com calma.

Eu não gosto de acordar cedo quando estou de férias, e meus pais e minha irmã também não. E como Barcelona é uma cidade muito viva, principalmente no verão, e as ruas não ficam desertas a noite, calhou muito bem. Não tivemos pressa pra nada, nem nos dias que fizemos passeios bate e volta para outras cidades. Como ficamos em um apartamento alugado pelo AirBnb, preparávemos o café da manhã lá mesmo, e muitas vezes nem saímos pra jantar (viramos fregueses do supermercado local!)

Esse roteiro de 10 dias em Barcelona pode ser usado como base para você montar seu próprio roteiro. Se você tem menos tempo, basta juntar coisas que fizemos ao longo de 2 dias em um dia só. Aí é acordar um pouco mais cedo e otimizar a programação, vendo no mapa da cidade o que fica perto de que. Explorar Barcelona a pé é fácil, mas se você cansar tem metrô pra todo lado. Compre o bilhete T10, que permite 10 viagens de metrô ou ônibus, e pode ser usado por várias pessoas.

Leia também: Viajando com os pais / Barcelona: amor a primeira visita

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A família

Dia 1: Chegada e ambientação

Cheguei em Barcelona no meio da tarde. Utilizei transporte público para ir do aeroporto até a estação Passeig de Gràcia (o trem R2, que sai do Terminal 2 a cada 30 minutos e leva 25 minutos para chegar no centro da cidade. Utilizei o bilhete T10, que permite 10 viagens no transporte público de Barcelona, incluindo metrô e ônibus e custa 9.95 euros) e então caminhei mais alguns quarteirões até o endereço do apartamento que aluguei para passar esses 10 dias com a família. Como a região de Eixample é toda planejada, é muito fácil se localizar. O blog Passaporte BCN tem um post completíssimo sobre como ir do aeroporto até o centro.

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Encontrei minha família, arrumei minhas coisas e saímos para dar uma volta por perto. Fomos até o Arc de Triomf (que foi construído em 1888 para a Exposição Mundial em Barcelona) e pelo caminho, na Passeig Sant Joan, vimos um monte de restaurantes e cafés bacanas, que viríamos a conhecer nos próximos dias.

Dia 2: Bairro Gótico, Raval e Las Ramblas

Meu primeiro dia inteiro em Barcelona foi dedicado a explorar as ruazinhas de parte da Cidade Velha, mais precisamente os bairros Gótico e Raval. Andamos por ali sem olhar mapas, tentando absorver um pouco da atmosfera da Barcelona ‘original’ (o que é difícil, pois o Gótico está sempre muito cheio). Entramos na Catedral de Barcelona (não confunda com a Sagrada Família!) e acabamos caindo nas Ramblas, acho que a mais famosa avenida da cidade.

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Gótico

É incrível a  quantidade de gente caminhando pelas Ramblas (e aqui é sempre bom ficar mais atento com os seus pertences: mais turistas, maior possibilidade de furto). Ela está repleta de lojas e barracas de souvenir, e é nela que está o famoso mosaico do Miró e a entrada do La Boqueria, um mercado de comidas. Olhamos de longe, e quando vimos a quantidade de gente lá dentro, desistimos de entrar, e decidimos passar para o outro lado das Ramblas e achar algum lugar pra comer pelas ruazinhas do Raval.

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Jardins de Rubió i Lluch

Quando você passar para o outro lado das Ramblas e entrar no Raval vai notar imediatamente que ali tem muito menos turistas do que no Gótico. E é um bairro tão interessante quanto, com suas vielas estreitas e construções coloridas. Enquanto procurávamos um lugar para comer encontramos os Jardins de Rubió i Lluch, dentro do Institut d’Estudis Catalans. Uma área verde super tranquila, nem parece que as Ramblas estão tão perto. Falando em Ramblas, o Raval também tem a sua: Rambla del Raval. Uma avenida com um calçadão no meio, onde alguns restaurantes inclusive colocam mesas.

Dia 3: Bate e volta para Girona

Girona é uma cidade medieval que fica a 100km de Barcelona. Muita gente que visita Barcelona por alguns dias faz bate e volta pra lá, e realmente vale a pena. Girona tem sim várias atrações (como a imponente Catedral e os Banhos Árabes), mas o melhor de lá, na minha opinião, são as ruas estreitas e escadarias.

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Como a cidade é pequena, não fique com medo de se perder: vá andando e entrando onde achar legal. Pode ter certeza de que uma hora ou outra você acabará chegando em uma rua mais movimentada ou na beira do Rio Oynar.

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Banhos Árabes

Dia 4: Montjuïc

Eu não sei porque, mas tinha a impressão de que Montjuïc era mais afastado da cidade do que realmente é. Montjuïc nada mais é do que uma montanha, mas tem tanta atração legal por lá que tornou-se uma das principais regiões de Barcelona turisticamente falando. Para chegar em Montjuïc basta ir de metrô até a estação Paral-lel e então pegar o funicular até lá em cima (você faz essa baldeação dentro da estação de metrô mesmo, não paga a mais para pegar o funicular). Logo na saída do funicular há a entrada para o teleférico que leva até o Castelo de Montjuïc. Nós pegamos o teleférico para ir até lá em cima e ter uma vista linda da cidade, mas não entramos no castelo (você pode fazer isso a pé, não precisa pegar o teleférico, mas prepare as pernas!).

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Fundació Joan Miró
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Teleférico para o Castelo

Como eu disse, essa região tem um monte de coisas pra ver. Nossa prioridade era entrar na Fundació Joan Miró, um museu maravilhoso desse artista tão emblemático. Depois dessa imersão artística a ideia era visitar o Estádio Olimpico, mas estava fechado pois o Coldplay estava lá passando o som para o show que seria mais tarde (e que nós acabamos indo!). Não dava nem pra passear pelo entorno, infelizmente. Então resolvemos ir descendo pelos Jardins de Laribal (uma das muitas áreas verdes de Montjuïc), passamos em frente ao Museu Etnológico e chegamos no MNAC – Museu Nacional d’Art de Catalunya. Dali se tem uma vista incrível da cidade e do Monte Tibidabo. Como descobrimos que a entrada no museu é gratuita aos sábados, nos programamos para voltar lá.

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Jardins de Laribal

Descemos as escadarias, chegando até a Fonte Mágica e então pegamos o metrô para voltar para casa, afinal precisávamos comer e descansar antes do show do Coldplay!

Dia 5: Projetos famosos de Gaudí e passeio no Born

Não dá pra falar de Barcelona e deixar Gaudí de fora, não é mesmo? O arquiteto mais incrível de todos os tempos deixou muitas marcas em Barcelona, e por sorte temos a oportunidade de poder ver seu legado de perto. Reserve um dia para fazer um ‘tour Gaudí’. Nós começamos pela Sagrada Família, que falo sem sombra de dúvida que é a construção mais espetacular que eu já vi. Mesmo depois de ter olhado tantas fotos na internet, quando cheguei perto não deu pra conter a emoção. A Sagrada Família continua em construção (até 2026) e acho que isso é que é tão impressionante, o fato de termos a oportunidade de presenciar o desenvolvimento dessa obra. Sempre lemos e ouvimos falar sobre catedrais, abadias e basílicas na Europa que levaram anos, décadas e até séculos para serem construídas, mas nós as vemos sempre prontas. E a Sagrada Família não. Continua a crescer e mudar, e a gente testemunha isso! Simplesmente demais.

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Sagrada Família

Compramos o ingresso para entrar nela com antecedência pelo site (o que recomendo muitíssimo, há bastante fila na porta), e entramos na hora marcada. Recomendo pelo menos uma hora lá dentro. O interior é tão maravilhoso quanto o exterior, mas de uma forma bem diferente. Os vitrais, os pilares, as curvas… é tudo tão detalhado e tão monumental, que a gente fica meio perdido e não sabe pra onde olhar. A Cris escreveu um guia prático para visitar a Sagrada Família lá no blog Sol de Barcelona, leitura imprescindível antes de fazer a vista.

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Sagrada Família

Depois da Sagrada Família fomos caminhando até a avenida Passeig de Gràcia, onde estão a Casa Milà (La Pedrera) e a Casa Batlló. As duas são também maravilhosas (e bem diferente uma da outra), mas ficamos apenas olhando por fora (pois é preciso pagar pra entrar) praa ter um gostinho. No térreo da Casa Milà tem um café/restaurante, e de lá de dentro dá pra ver um pouco da parte interna da casa. Do lado da Casa Battló está a Casa Amatller, que não é do Gaudí mas também é linda! Foi projetada por Cadafalch.

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Casa Milà (La Pedrera)
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Casa Batlló

Continuamos descendo a Passei de Gràcia (preste atenção nas pedras que formam a calçada: elas foram projetadas por Gaudí!) e chegando na Plaça de Catalunya viramos a esquerda, para explorar o Born. O Born também faz parte da Cidade Velha, e você pode visitá-lo no mesmo dia que for ao Gótico e ao Raval. Eu amei esse bairro, pois ele é cheio de lojas bacanas que não tem em nenhum outro lugar. Designers e artistas independentes estão ali, e se você quiser levar pra casa algo original da cidade e único, é no Born que você vai achar. A gente andou meio sem rumo (decidimos não visitar o Museu Picasso, mas deve ser interessante), passamos pela Basílica de Santa Maria del Mar e chegamos até o Mercat del Born, um centro cultural que tem também ruínas da cidade antiga.

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Mercat del Born
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Born

Para terminar com Gaudí mais uma vez, você pode ir até o Palau Güell no Raval. Ou seja, não faltam opções para conhecer melhor o trabalho dele!

Dia 6: MNAC e Poblesec

E chegou o dia de voltar ao MNAC para aproveitar que a entrada era gratuita (sábado, das 15 às 20h). Pra quem gosta de museu e arte, esse aqui é sensacional. Bastante eclético e grande, então nós resolvemos focar na parte de Arte Moderna, pois não queríamos passar o dia inteiro lá dentro (o dia estava quente e ensolarado). Foi ótimo conhecer o trabalho de diversos artistas da Catalunha do fim do século 19 e início do século 20. Além de pinturas e esculturas, a parte moderna tem também uma super coleção de mobiliário.

Do MNAC fomos a pé até a Plaça d’Espanya (passando ao lado da Fonte Mágica, que dessa vez estava ligada!) e viramos a direita na Av. del Paral-lel, onde fica o bairro Poble Sec. Por ali existem um monte de barzinhos, então decidimos terminar o dia em um deles, comendo e bebendo! Nós escolhemos o bar El dinàmic de BCN, mas existem vários outros que são super bonitos e tem comida boa.

Dia 7: Barceloneta

O que fazer em um domingo de sol? Ir pra praia! Resolvemos conhecer Barceloneta, que acho que é a praia mais conhecida da cidade. Mas Barceloneta não é apenas nome de praia, é também um bairro do entorno. Um bairro, assim como o Gótico ou o Born, cheio de ruas estreitas e casas coloridas. Mas a gente acabou ficando mais tempo no calçadão mesmo. Andamos, paramos pra comer em um das barracas/restaurantes na beira do mar, colocamos o pé na água (bateu um super arrependimento de não ter levado biquini) e caminhamos até as outras praias, menos cheias, seguindo na direção da Marina.

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É impressionante pensar que até as Olimpíadas de 1992 Barcelona não tinha praia. Muito bacana ver como a cidade mudou depois disso, e hoje os moradores e visitantes podem aproveitar muito esse legado. Ah! Não estranhe as mulheres fazendo topless, isso é muito comum em Barcelona. Disfarce a curiosidade e finja que pra você topless na praia é a coisa mais natural do mundo!

Dia 8: Parc Güell

O parque projetado por Gaudí originalmente para ser um condomínio de luxo é um pouco afastado das outras atrações da cidade, por isso fica difícil encaixar na programação. Como tínhamos bastante tempo em Barcelona, decidimos dedicar um dia só pra ele. Seguindo o conselho da Cris, que publicou esse post maravilhoso poucos dias antes de eu ir no parque, comprei o ingresso com antecedência pra evitar aborrecimentos no dia.

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Você não necessariamente precisa de ingresso para entrar lá, há toda uma parte gratuita (que é imensa) que é só chegar e ver. Mas, a parte mais famosa e que você vê fotos quando procura informaçõs sobre o Parc Güell, é a parte paga (chamada de Zona Monumental). Eu queria muito ver de perto esse pedaço do parque, sempre babei nas fotos dos bancos ondulados, dos mosaicos e da escadaria… então não pensei duas vezes. Tem sim muita gente, é difícil fazer fotos na escadaria e na Salamandra, mas é maravilhoso ver de pertinho.

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Como eu falei antes, o Parc Güell é gigante e depende da sua disposição o tanto de tempo que você leva para conhecê-lo. Tem muitas subidas! Ah, lá também está a Casa Museu Gaudí (onde ele morou de 1906 a 1925). O ingresso é a parte, 5,50 euros por pessoa.

Para ir no parque a gente pegou o ônibus 24 na Passeig de Gràcia, que te deixa na porta do parque (e na volta a mesma coisa). Para o ônibus você pode utilizar o mesmo bilhete do metrô, é só validar na maquininha quando você entra no ônibus.

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Dia 9: Bate e volta para Sitges

Mais um bate e volta! Barcelona é sensacional, mas tem tantas cidades por perto que a vontade de conhecer mais (porém sempre dentro dos nossos limites!) fez a gente programar uma visita a Sitges. Assim como Girona, é muito fácil ir pra lá. Pegamos o trem em Sants, compramos as passagens na hora mesmo (8,60 euros por pessoa, ida e volta, achei o preço bom) e esperamos um dos diversos trens que vão pra lá (a cada 20 minutos mais ou menos tem um um). Em 40 minutos chegamos, e bastaram 10 minutos pra gente se apaixonar.

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Da estação até a praia passamos pelas ruelas do centro e percebemos que Sitges é muito mais do que praia. Ok, em um dia quente como esse, o que a gente queria era ficar na beira mar curtindo a vida (ou seja, comendo e bebendo), mas foi gostoso explorar o centrinho também. Nós passamos a maior parte do dia na Platja (praia) Sant Sebastià, que é menorzinha. Lotada de restaurantes e com um calçadão bem gostoso.

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Sabe quando você volta pra casa com aquele cansaço bom em consequência do dia sob o sol e o mar a sua frente? Então!

Dia 10: Parc de la Ciutadella e último passeio pela Cidade Velha!

Começando a despedida de Barcelona… a essa altura do campeonato já nos sentimos locais e estamos prontos para morar aqui : ) #quemdera Mas nem tudo são flores né? Estávamos já bem cansados então não tivemos muita vontade de ir longe. Resolvemos caminhar até o lindo Parc de la Ciutadella (que é bem grande! A gente já tinha ido lá correr um dia a noite, mas eu não tinha ideia de que ele continuava além do percurso que fiz na corrida!), que é super bem aproveitado pelos locais. O parque tem um lago e até um zoológico! Isso sem contar nos monumentos e contruções espalhadas pela área verde.

Do parque fomos até o Palau de la Música Catalana, uma casa de espetáculos que… é um espetáculo (nossa, esse trocadilho foi péssimo, porém irresistível). O exterior é impressionante, mas infelizmente não conseguimos entrar porque não compramos ingressos (não nos programamos para isso) para as visitas guiadas que eles oferecem. Haja foto pra conseguir pegar todos os detalhes da fachada!

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Palau de la Música Catalana

E, para uma despedida memorável de Barcelona e para encerrar essa viagem em família, decidimos jantar no El Nacional, dica que eu peguei no Instagram @soldebarcelonablog. O El Nacional é um complexo gastronômico que fica onde antes era uma garagem. Vários restaurantes e bares dividem o espaço. O interior é tão lindo que vale a pena ir lá ver mesmo que você não queria ficar para comer ou beber.

O dia seguinte acordamos e fomos direto pro aeroporto. Tchau, Barcelona! Até a próxima.

Além dos blogs citados no post, eu também usei o Guia Amigo de Barcelona escrito pela Mayra Jinkings


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12 COMENTÁRIOS

    • Silvia, cada membro da familia pagou sua passagem aérea. Eu voei a partir de Londres e meus pais e irmã de SP. Acho que eles pegaram uma promoção da Singapore Airlines, que foi 500 dolares. O apartamento pagamos R$4500,00 pelos dez dias, o que da R$ 450,00 por dia e consequentemente 112.50 por pessoa por dia. Acho que cada um gastou uns 25 euros com alimentacao por dia.

  1. Heloisa,me encantei com suas escricoes,estive la quando fiz o Caminho de Santiago de Compostela em 95,,suas s “dicas” sao otimas para quem pretende voltar ,euzinha !

    Ai vai um abaco carinhoso !

    Que o SR. te cuide

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