Viajar Bem e Barato – Cada um com seu Estilo

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Uma das taglines aqui do blog é Viajar Bem e Barato e ela já vem de muito tempo atrás, quando eu tinha uma extensão do meu blog pessoal com esse nome, somente com dicas para Viajar Bem e Barato. O post nasceu de um desejo de esclarecer um pouco o que isso significa pra mim, porque outro dia recebi um comentário quando fiz uma resenha de um Hotel 5 estrelas, onde a pessoa me disse que eu estava “traindo meu próprio conceito”. Eu considero a minha estada no hotel em questão, uma das minhas maiores barganhas. E como expliquei pra ela, esse é um dos melhores exemplos pra mim do conceito de Viajar BEM e BARATO usado na sua melhor forma.

O que eu notei, depois dessa conversa, é que a concepção das pessoas para o que é viajar bem e o que é barato variam muito de uma pessoa pra outra. Experiências pessoais, idade, condições financeiras… tudo isso influencia. E posso te garantir, a minha percepção mudou muito com o passar dos anos. Apesar de sempre tentar economizar o máximo possível nas nossas viagens e tentar pagar sempre menos, muitas das vezes eu não escolho a opção mais barata, mas sim a melhor opção pelo menor preço disponível.

E aí está uma diferença muito grande. Nas minhas primeiras viagens, ficar em albergues, no sofá da casa dos outros eram invarialvemente minhas únicas opções, tão somente pelo fato da minha situação financeira não permitir nada diferente. Hoje em dia, muito raramente fico em albergues ou no sofá na casa de amigos, mas esse não é o meu estilo de viagem preferido.Um parenteses pra dizer que tem quarto de hospedes na casa de amigos melhores que quarto de hotel. 🙂

Tem gente que só faz questão mesmo de ter um teto sobre a cabeça, sem se importar se está dividindo com o quarto com mais 10 estranhos, ou se está dormindo ou não a noite. E tem gente que precisa de travesseiros de pena de ganso pra dormir bem e estar de bom humor pra encarar uma cidade nova no dia seguinte. Eu acho que estou no meio do caminho entre um extremo e outro. Não  tenho uma poupança sem fundo que possa pagar diárias astrônomicas em hotéis e viagens, mas também não preciso ficar contando os centavos e botando em risco o conforto da minha viagem. Porque sim, luxo pra mim, é muito mais que ter um candelabro italiano na recepção de um hotel, mas se traduz no nível de conforto que eu tenho para tirar o máximo de proveito da minha viagem.

E aqui, uma pausa para uma afirmação antes de continuar: Não existe um estilo certo de viajar. Existe o seu estilo, único e pessoal que acredito também pode(e deve) mudar com o passar do tempo.

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Quando fui para Europa, sozinha e de mochila(eu conto o começo da história no post Europa: Planejando a Viagem) pela primeira vez, nada mais natural do que ficar em albergues. Queria fazer uma viagem de 10 dias com menos de 1000 doláres(contando hospedagem, locomoção de um país para o outro) então nem procurei outras opções, fui direto para o site do Hostel World e fiz reservas nas cidades que eu ia visitar. Mas ainda assim eu tinha critérios, mesmo que hoje eu reconheça que não foram os melhores. Procurei os albergues com boa localização e boas recomendações, principalmente no fator segurança, que pra mim, viajando sozinha era muito importante. Mas eu falhei em um ponto… para economizar o máximo possível, escolhi quartos coletivos. Em alguns casos, os quartos tinham 6 beliches, o que significa 12 pessoas.  Uma das coisas que eu mais gosto em um albergue é a possibilidade de conhecer gente do mundo todo, mas essas mesmas pessoas do mundo todo, tem noções completamente diferentes de educação e respeito ao espaço alheio. Conversar com a colega da cama ao lado as duas da manhã, chegar no meio da noite e acender a luz, acordar as 5 da manhã porque tem que correr pra pegar o trem e começar a mexer nos saquinhos na mochila. Esses são alguns comportamentos mais comuns que eu encontrei durante a minha viagem. Sem contar no cara que chegou bebado e dormiu pelado na cama do lado, ou a ida ao banheiro que teve o encontro com duas meninas bebadas vomitando todo o chão. E mesmo no albergue onde eu só dividia com mais uma pessoa, o barulho era tanto do pessoal chegando de madrugada que praticamente não dormi. Passei pelo menos metade da viagem pela Europa, tendo pouquíssimas e péssimas horas de sono, o que me fez ficar doente nos últimos dias e não aproveitei tanto quanto poderia.

Eu já tinha ficado em albergues outras vezes antes dessa viagem, em quartos coletivos, quartos mistos, quartos privativos. Já tinha passado por essa situação de não dormir uma noite ou outra, por causa de outras pessoas, mas nunca me incomodou tanto quanto desta vez. A dinâmica no albergue não mudou, provavelmente quem mudou fui eu. E eu continuo achando albergues excelentes para quem viaja e tenho até um post no rascunho sobre alguns que valem muito a pena ficar. Mas para quem nunca foi, um aviso, apesar de todas as tentativas que eles fazem de estabelecer horário de silêncio e tal, se você vai para um albergue, esteja preparado, mesmo quando você aluga um quarto privativo, para lidar com esses problemas. Você pode dar sorte, como eu dei muitas vezes e ter uma estadia maravilhosa, mas também esse pode ser o fator determinante pra uma viagem frustrada.

Foi provavelmente nesta viagem, em 2005, que a minha percepção começou a mudar. Comecei a entender que pagar o mínimo possível, colocando em risco o meu conforto pessoal podia no final das contas sair muito caro. E isso a gente só entende de duas maneiras: cometendo erros para descobrir o que não gosta ou fazendo uma avaliação pessoal prévia.

Nas viagens em família, já fiquei em vários hotéis mais simplezinhos, mas percebi que se tiver que ficar no hotel por mais de uma noite, já começo a ficar um pouquinho mais exigente. Quando vou com as crianças é ainda mais crítico, porque acabamos passando mais tempo no hotel. Não dá pra sair as 8 da manhã e voltar a meia noite(ou mais tarde), como faria se estivesse sozinha. E sim, o hotel acaba fazendo parte da minha experiência no local, até porque, sempre que posso, separo um diazinho para ficar mais relaxada. Em uma das nossas viagens pra Hilton Head por exemplo, usei meus pontos do cartão para reservar algumas noites em um hotel, supostamente 2 estrelas e meia, que no fim das contas descobrimos que era mal localizado, mal cuidado, estilo motel e o pior sujo… não explicitamente no quarto, mas na entrada do quarto, elevadores e corredores. E olha que eu li reviews no Trip Advisor dizendo que o hotel era ótimo e tal. De novo, olha a percepção aí. O que agrada a um, não agrada a outros. Na segunda noite, tomamos a decisão em família de trocarmos de hotel. Estávamos estragando nossa estadia na cidade por causa dele e acabei achando um hotel ótimo no Priceline, de frente pra praia, 4 estrelas e por pouco mais de 50 doláres por noite para 4 pessoas! O astral mudou radicalmente com a mudança de hotel e conseguimos aproveitar melhor os últimos dias na cidade. Hoje em dia eu raramente fico em hotéis com menos de 4 estrelas, simplesmente pelo fato de que é mais previsível e os preços normalmente são muito próximos.

No setor de passagens aéreas por exemplo, eu ainda não cheguei ao ponto de me incomodar ou poder pagar por Business Class ou Primeira Classe. Já viajei nas duas categorias e adoro, mas foi puramente por sorte e upgrades por causa de trabalho ou de vantagens de ter o status necessário no programa de milhagem da empresa aérea. Se a passagem for comprada com milhas, acho um ótimo investimeto. Mas não gasto o dobro ou triplo ou 10 vezes mais, em alguns casos de passagens de primeira classe por algumas horas de viagem. Mas isso sou eu. O dia que me incomodar e puder pagar, acho que farei sem pestanejar.

Felizmente hoje em dia a internet proporciona o acesso a informações e promoções. Com a briga de hotéis e empresas aéreas por viajantes é muito mais fácil comparar, barganhar e elevar a qualidade da sua experiência no destino escolhido. E no final das contas, é o que venho dizendo ao longo do post, é seu estilo pessoal que vai definir qual o seu limite de conforto e de satisfação pessoal.

Espero que agora fique bem esclarecido para que vocês saibam exatamente o que vão encontrar por aqui! Se eu encontrar um jeito de ficar em hotel 5 estrelas pagando preço de um hotel 3 estrelas, eu vou ficar e contar aqui, inclusive se possível dando o caminho das pedras para que vocês possam fazer o mesmo. A minha intenção, quando escrevo os Tutoriais sobre o Priceline, quando faço listas de Como Economizar em Viagens usando Sites de Compras Coletivas ou de Websites para economizar na Reserva de Hotéis, quando dou dicas para ganhar um upgrade gratuito no hotel é que vocês também possam tirar o máximo proveito da viagem de vocês com recursos da internet que estão aí pra todo mundo, pagando o mínimo possível! Combinado?

Depois desse papo todo, eu queria saber de você… Qual o seu estilo de viagem? Conforto é importante na hora de planejar onde se hospedar? Tem alguma historinha pra compartilhar com a gente sobre quando uma decisão dessas fez a diferença na sua viagem, para melhor ou para pior? Conte aí…

 


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21 COMENTÁRIOS

  1. Meu estilo é viajar barato mas com conforto. Claro, fazer uma extravagância indo a um restanurante super bom, ou outro passeio que você quer tanto, valem a pena. Tudo é uma questão de bom senso. Se você gasta de mais em um item, economiza em outro. Mas acho que um hotel confortável (do tipo bom, bonito e barato) não pode faltar. 🙂

  2. Ótimo post!
    Eu lembro que depois de 6 semanas mochilando pela Australia, ficando e albergues e dividindo quartos, foi ótimo, mas cheguei na NZ querendo ficar num quarto sozinha. Primeiro fiquei num quarto sozinha no albergue, mas depois o dinheiro estava sobrando e fui para um hotel. Melhor decisão de fim de viagem que tomei. 🙂
    Hoje eu quero o mínimo de conforto, mesmo num albergue. Acho que não ficaria mais num quarto com mais de 4 pessoas.

  3. Eu sempre viajo barato! Imagino que com o passar do tempo minhas exigências podem mudar e filhos com certeza também devem alterar meus padrões, mas por enquanto não tenho coragem de pagar o valor do meu aluguel por uma diária. A exceção foi minha lua-de-mel, mas aí já está justificado, né? 😉 Só não abro mão mesmo de quarto e banheiro privativos e procuro uma localização bem próxima das atrações, mas nada de luxo. E eu gosto de viajar por muitos dias, então imagina ficar 25 dias hospedada em hotéis caros? Impossível! Mas eu concordo quando você diz que o conceito de viajar barato é variável. Sem contar que é uma escolha muito pessoal, né? Mas no fim das contas, acho que todos se divertem e aproveitam bem as viagens! 🙂

  4. Quando se fala em viagem é sempre muito relativo ainda mais quando programamos viajar com amigos que sempre terão estilos diferentes. Eu prezo pelo conforto, banheiro privativo, quartos limpos e um mimo de vez em quando. Gosto muito de pousadinhas pequenas e bem cuidadas, limpeza é fundamental !
    Tenho duas maneiras de viajar quando vou a praia não sou muito exigente um quarto simples e limpo tah de bom tamanho pois passo maior tempo na praia, ou fora do hotel em geral.
    Mas quando vou pra lugares frios no inverno, aí sempre vem a ideia de ter um pouco mais de luxo como uma banheira para tomar banho quente, boa calefação. Não tem coisa melhor que ficar em um quarto aconchegante curtindo sua companhia na frente de uma lareira.

  5. Pra mim, tudo depende do momento (emocional e econômico). Agora mesmo estamos planejando ir de carro pra Porto Seguro e ficar na casa vazia de uma amiga que trabalha lá e passa os finais de semana na casa dos pais, numa cidade vizinha à minha. Gastos? Quase nenhum. Prazer? Certamente muitos. Marido e eu precisamos relaxar, fugir um pouco do estresse da vida diária e não tem grana sobrando. Então, vamos. E adivinha o que mais vai acontecer nesse fds especial??? \o/
    Bjooo

  6. Eu nunca fui para albergues e definitivamente esse não é meu estilo de viagem e hospedagem. Eu já durmo normalmente muito mal fora de casa e num lugar desses então, meu nível de irritação chegaria as alturas 🙂

    Como eu viajo uma ou duas vezes por ano, acho que mereço sair de casa e me hospedar num lugar melhorzinho, que tenha ao menos uma cama confortável, limpinha, com algumas facilidades pra se preparar um café da manhã ou um lanchinho a noite. E o Riq disse uma vez que é legal você poder voltar pra um quarto bacana no final do dia, e concordo muito com ele.

    E nas duas vezes que quis economizar me dei mal. Uma delas foi em Montreal e tive que mudar de hotel no meio da viagem, porque o lugar era horrível. E a outra foi no começo desse ano, que me senti tentada a reservar o hotel em Florianópolis por conta do preço que estava super bacana, mas também detestei o quarto e depois dessa última experiência eu aprendi que se não tiver dinheiro pra bancar aquilo que eu considero necessário, não saio mais de casa 🙂

  7. Eu gosto de ter conforto, e privacidade, mas sempre foi assim, desde as viagens com a família. Nas viagens em que faço para cursos/congressos, por exemplo, gosto de ficar sozinha no quarto, para fazer as coisas do meu jeito, no meu tempo. O agente de viagens me ajuda muito nesse ponto, pois me conhece bem e há anos, e sabe do meu jeito. Nas viagens de férias, que agora são com o ogrinho, procuramos conforto básico, mas também tranquilidade. Descobrimos uma pousada bacana, e que não é cara em São Sebastião, e vamos para lá pelo menos duas vezes por ano, para poder recuperar as energias. Na viagem para a França, seguimos a recomendação de uma amiga, e ficamos num hotel bem localizado, não caro e bem aconchegante, porque passávamos o dia todo fora!
    Acho que tudo depende do nosso jeito e da fase em que estamos na vida…o importante é descobrir e se encontrar nesse jeito.

  8. Concordo plenamente,
    quando se é muito jovem, qualquer coisa satisfaz, mas com o tempo vamos ficando exigente.
    Um mínimo de conforto é fundamental, principalmente com crianças.
    bjs

  9. Amiga curto viajar sem gastar muito com hospedagem para poder curtir outros programas legais, mas o conforto é tudo amiga. Pode ser simples, mas tem que ser limpo, principalmente o banheiro, tenho pAVOR de banheiro sujo e tal 🙂 Tive uma grata surpresa em Roma, onde fiquei no B&B Marlú(super recomendo) Eu aluguei 3 quartos, para 3 casais e qdo cheguei no lugar o hostel era somente essses 3 quartos 🙂 Na verdade era um apartamento super bem localizado que a Marlene(dona) alugavacom toda a estrutura. Ficamos com a chave da “casa” e ela ainda vinha colocar um delicioso café da manhã pra gente :)Pagamos menos de 500 euros por um apt só nosso 🙂
    Curto hostel, mas só em quartos privativos e banheiro idem 🙂
    Vamos ver qdo o baby chegar, isso deve mudar 🙂
    Bjão

  10. É isso mesmo, Cláudia. Cada um tem uma percepção diferente, e a gente vai mudando ao longo da viagem. Pra mim, o que sempre interessou foi a relação custoXbenefício, e não o fator “mais barato”. Hj, continuo achando que vale essa regra e conforto é muito importante pra que EU aproveite bem uma viagem. Ainda não cheguei ao ponto de me incomodar com a classe econômica dos aviões a ponto de gastar pelo menos 3 vezes mais no bilhete e ir de executiva; mas quando junto milhas, acho uma ótima relação custoXbenefício fazer esse upgrade de classe – até porque não pago efetivamente nada a mais por isso e viajo com muito mais conforto. Nunca gostei de quartos e banheiros coletivos e amo uma cama boa; melhora meu humor, meu dia rende mais. Mas também não vou gastar todo o meu dinheiro em diárias astronômicas; concordo com vc: hj, com a internet, ficou fácil encontrarmos barbadas em hotéis cinco estrelas. Acho o Priceline e outros como Jetsetter, SniqueAway etc uma mão na roda pra nos hospedarmos com muito conforto pagando bem menos que as tarifas de balcão dos hotéis em questão. Vivo fuçando as ofertas neles. Vira e mexe um cinco estrelas sai pelo mesmíssimo preço de hotel categoria turística ou 3 estrelas. Na minha matemática, tô economizando 😉

  11. Já viajei de todo jeito, de 4 x 4 no banco lateral de trás a 1a classe, dormi de camping com chuva na barraca com goteira a 5 estrelas. Em viagem a serviço, nos fins de mundo que o trabalho leva, já passei aperto. Já fiz coisas que talvez hoje não fizesse mais. Com o tempo, é certo que as circustâncias mudam e sua viagem vai mudando. Para dormir, prefiro aconchego a luxo. Nos transportes, quanto mais espaço e paparicação, melhor. Se der prá ser assim, ótimo. Mas se não der, não é por isso que deixo de lado a viagem, não.
    Estilo, cada um tem o seu, com suas lógicas peculiares. Cada um com sua régua. Acho difícil, mesmo considerando estatística, usar só as recomendações de viajantes como guia. Os blogs dão boas indicações. Com o tempo fui identificando viajantes com estilos parecidos com o meu, limites com a mesma flexibilidade. De alguns, sigo as dicas de olhos fechados, sempre funcionam.
    Ótimo texto!

  12. Olás! Eu comecei agora uma viagem de 6 meses por alguns países, começando pela Europa, que não é tão barato. Como a maioria comentou, é importante saber seu nível de conforto. Por exemplo, em Portugal fiquei em albergue na boa, são excelentes! Já em Madri estou pelo Airbnb, e recomendo super… vc tem contato com gente que mora no local e com conforto! 😉 Além disso, esse é meu estilo de viagem: TURISMO DE COTIDIANO. Acho que sem querer inventei este termo para definir o que eu gosto de fazer, que é observar a vida rotineira das pessoas. O melhor que é um estilo barato de viajar, e sempre rende boas histórias.
    Expliquei melhor o turismo de cotidiano no meu blog Aqui ou Algum Lugar. http://aquioualgumlugar.com/2012/03/22/117/
    Pessoal, o que vocês acharam do termo e do estilo? Vamos trocar figurinhas sobre este estilo? 😉

  13. Isso tudo é a minha resposta sempre que me perguntam se é barato ou cara ir pra algum lugar. Quando fui pra Europa, gastei cerca de 4500 com passagens, hoteis e comida. Mas porque eu ia no mercado comprar coisas, eu tinha desconto por ter menos de 26 anos e porque não sou das que faz questão de almoço e janta todo dia!

    E é o que sempre falo, tendo uma cama boa e um chuveiro bom, eu não me importo. Claro que quando dá pra pagar mais eu pago, mas agora que não posso eu vejo o que mais cabe em mim e que me agrada!

    ótimo tema!

  14. Olá! Nossa, eu me identifiquei demais com esse post, principalmente quando você fala sobre os albergues….Passei por uma experiência ruim ao escolher um hostel ano passado, quando fui ao Rio para fazer um curso…A sorte é que só iria ficar 2 noites (só passei o fim de semana), e só escolhi porque era a 5 minutos de caminhada do local onde eu faria o curso…Tinha lido no Trip Advisor, ok, as fotos eram ok, nada de anormal…Os funcionários eram simpáticos, escolhi o quarto privativo, que ficava nos fundos (era um casarão antigo). Resultado: nas duas noites que passei lá, era uma música tão alta e um falatório dos hospedes, que eu mal consegui dormir…Fora que tinham só 2 banheiros para todos os hóspedes, imagina só…um dia queria ir ao banheiro de manhã e estava imundo, nem puxaram a descarga…arg…A cozinha do hostel era outra coisa imunda, no segundo dia nem consegui tomar café lá, fui até uma padaria…Se eu tivesse que ficar uma semana inteira lá, faria o mesmo que você, procuraria outro lugar…Sei que a hotelaria do Rio é cara, e eu acabei procurando por preço baixo e me dei mal…

  15. Apesar de usarmos o termo “viajar barato”, existe um investimento feito na viagem e podemos estragar tudo com uma noite mal dormida e muitas vezes por uma diferença muito pequena de valor. Acho que é necessário um pouco de conforto, para a viagem valer a pena o que foi investido. Mas claro, sempre pesquisando e pagando o menor valor possível pelo serviço.

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